Delegado é afastado por 90 dias após denúncia anônima sobre atuação em delegacia no MA
Brito Júnior foi afastado das funções por 90 dias durante uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (14), em Grajaú Reprodução/Redes Sociais O...
Brito Júnior foi afastado das funções por 90 dias durante uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (14), em Grajaú Reprodução/Redes Sociais O delegado Brito Júnior, responsável pela Delegacia Regional de Barra do Corda, foi afastado das funções por 90 dias durante uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (14), em Grajaú e Barra do Corda, no Maranhão. A ação cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, inclusive em duas delegacias. Segundo a delegada Katherine Chaves, superintendente estadual de Prevenção e Combate à Corrupção, a investigação começou após uma denúncia anônima e apura fatos relacionados ao exercício das funções na Delegacia de Grajaú. O motivo específico da investigação não foi divulgado porque o caso está sob segredo de Justiça. Além de Brito Júnior, foram afastados um investigador de polícia, um guarda municipal que presta serviço na delegacia e um funcionário administrativo, todos vinculados à unidade de Grajaú. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Durante a operação, os agentes apreenderam celulares e computadores. Além do afastamento, Brito Júnior teve sua arma recolhida e ficou proibido de se aproximar da delegacia e dos policiais investigados. Em Barra do Corda, os policiais fizeram buscas na Delegacia Regional e na residência de Brito Júnior. Já em Grajaú, as equipes estiveram na delegacia e em um sítio pertencente ao pai do delegado. No sítio, os policiais encontraram uma arma de fogo e munições. Um caseiro que trabalha no local e também exerce atividades na delegacia, identificado como Charles Aminde Silveira dos Santos, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. De acordo com Katherine Chaves, a denúncia anônima foi encaminhada ao Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão, que solicitou a abertura da investigação. O g1 tenta contato com a defesa dos investigados. Arma de fogo e munições foram encontradas em um sítio pertencente ao pai do delegado investigado Divulgação/Polícia Civil